Chamada para artigos: Plantas Medicinais, Fitoterápicos e a Disputa pelo Comum na América Latina
Início da Chamada: 27/11/2025
Prazo de submissão: 31/03/2026
As vacinas estão entre as intervenções mais eficazes da história da saúde pública, responsáveis pela erradicação e redução significativa de doenças infecciosas, além de aumentarem a expectativa de vida e a qualidade de vida em escala global. Estima-se que, nas últimas cinco décadas, os programas de vacinação tenham salvado pelo menos 154 milhões de vidas, sendo que a grande maioria (101 milhões) eram crianças com menos de.
A existência dos Laboratórios Farmacêuticos Oficiais (LFOs), instituições responsáveis pela produção de medicamentos destinados principalmente a atender às demandas dos programas de saúde pública, é uma das características marcantes da indústria farmacêutica brasileira (OLIVEIRA, 2007). A produção pública de medicamentos e outras tecnologias de saúde passou a estar efetivamente vinculada ao Sistema Único de Saúde (SUS) a partir da Constituição Federal de 1988 e, de forma mais marcante, por meio da Lei nº 8.080, de 1990.
A farmacêutica pública oferece uma alternativa poderosa aos sistemas farmacêuticos movidos principalmente por interesses comerciais. Conforme definido pelo Movimento pela Saúde dos Povos (MSP), ela abrange a propriedade pública da pesquisa, do desenvolvimento, da fabricação e da distribuição de medicamentos e outras tecnologias de saúde, com o objetivo explícito de atender às necessidades coletivas de saúde, em vez de gerar lucro privado.
Início da Chamada: 27/11/2025
Prazo de submissão: 31/03/2026
Sob o lema: “Pela integração econômica, social e cultural, com plena democracia, soberania e paz!”, a Terce
O reforço dos esforços para construir a soberania sanitária e a autonomia farmacêutica foi um dos temas dis
Alan Rossi Silva[1], Jan Wintgens[2]
O Movimento pela Saúde dos Povos (MSP) delineia uma visão ousada para a Indústria Farmacêutica Pública como